quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Rios Beirinhos



Rios que sombream o horizonte
Emudecem o homem que nada
Alimenta o homem que pesca
Encantando o homem que sonha.

Igarapés que são as ruas da história
Inundam as várzeas
Alimentando os pescadores...
Encantando os sonhadores.

Margens irraizadas de esperança
Que consomem os tolos
Que emudecem homens
Que amadurecem seres
Que convocam tempos
Que iludem templos
Que secam a maré
Que inundam os olhos
Que trazem dos sonhos
O que dizem da vida…

Rios que sombream o horizonte
Protegem os navegantes
E a história dos cabanos
Que amadurecem os Rios Beirinhos.

Um comentário:

  1. Muito bom, gostei muito do seu trabalho como escritor e do seu blog. Parabéns! Viva os escritores paraenses!

    O POETA E A MADRUGADA
    opoetaeamadrugada.blogspot.com

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